Newton Paiva promove Arduino Day em Belo Horizonte

Newton Paiva promove Arduino Day em Belo Horizonte

 

Evento acontece simultaneamente em 95 países e reúne admiradores do Arduino, uma das mais populares plataformas de prototipagem eletrônica do mundo. Em Belo Horizonte, será no Fab Lab da Newton e terá oficinas, apresentações e um inédito desafio em que os participantes terão 4 horas para transformar lixo eletrônico em algo incrível com o Arduino; peças e equipamentos serão coletados no local, por participantes e todos que quiserem descartar equipamentos usados

Neste sábado, 16 de março, profissionais e amadores apaixonados pelos desafios da programação, robótica e prototipagem estarão reunidos em 534 locais, de 99 países, para compartilhar suas experiências e aprender mais sobre a plataforma de código aberto, Arduino. Em Belo Horizonte-MG, pelo quarto ano consecutivo, o Arduino Day será no Fab Lab da Newton, que abre suas portas das 9h às 17h para leigos e experts de todas as idades participarem de palestras, oficinas e uma desafiadora competição.

A programação começa às 9h30, com a jovem youtuber Hérika Ströngreen, do canal Ströngreen, explicando como “Utilizar a IDE do Arduino para o NodeMCU”. Às 10h, será a vez da   equipe de robótica IronBot, formada por alunos de Engenharia da Newton, ministrar a oficina “Arduino na robótica”. A programação da manhã termina com uma apresentação da equipe do Smart Campus sobre sensores para cidades inteligentes, sendo uma às 11h e outra às 11h30.

 

Arduino

 

À tarde, a programação do Arduino Day na Newton continua atendendo tanto iniciantes como quem já conhece a plataforma de prototipagem.  Das 13h às 17h, o youtuber Tio Stark ministra a oficina Toy Makeover e ensina a transformar bonecos simples de plástico em super-heróis. Outra opção – das 15h às 16h – é a oficina que ensina a montar um robô autônomo com peças de Lego para combate em um Sumô de Robôs.  A programação da tarde do Arduino Day no Fab Lab da Newton ainda inclui uma oficina sobre o Micro:bit, uma pequena placa programável que inspira a criatividade digital, ensina o fundamental da programação e está transformando a educação.

Outra atração do Arduino Day em Belo Horizonte será o Desafio ArduHack, em que os participantes terão 4 horas – das 13h às 17h -, para transformar lixo eletrônico em algo incrível com o Arduino.   Para a competição, serão usados monitores, carregadores, fios, cabos, teclados,
celulares, entre outros produtos eletroeletrônicos que serão descartados no dia do evento pelos participantes do Arduino Day e por outros interessados em dar a destinação correta ao lixo eletrônico e podem aproveitar essa oportunidade para fazer o descarte.

O Arduino Day é uma excelente oportunidade para reunir todos que curtem tecnologia, eletrônica, automação e Internet das Coisas, de todas as idades e níveis de conhecimento”, diz Carla Werkhaizer, fabmanager do Fab Lab da Newton Paiva. “Este ano, vamos transformar a placa Arduino em projetos revolucionários”, completa Marley Luciano, mentor de Eletrônica e IOT do Fab Lab e organizador do “Arduino Day” na Newton

Além das oficinas e apresentações, o Arduino Day contará também com demonstrações de produtos da 3D Lab, Eletrogate e robótica DHELL.

 

Serviço – Arduino Day Belo Horizonte

 

Data: 16 de março (sábado)

Horário: das 9h às 17h

Local: Fab Lab Newton – Campus Buritis I (Rua José Cláudio Resende, 420)

Inscrições: credenciamento no local

Mais informações: https://www.newtonpaiva.br/noticias/arduino-day-2019

Fonte: Assessoria de imprensa

 

Tecnologia para bebês: de mamadeiras a fraldas inteligentes

Tecnologia para bebês: de mamadeiras a fraldas inteligentes

BBC

 

bebês

Esta meia inteligente vem com um sensor que promete monitorar os níveis de oxigênio, frequência cardíaca e temperatura do bebê

 

Quando Lindsay Elliott virou mãe e se viu diante do desafio de ficar longe da filha, encontrou um aliado improvável: uma meia.

Para afastar qualquer preocupação em relação à saúde da pequena Hazel, a professora de 29 anos comprou uma “meia inteligente” de US$ 300 (cerca de R$ 1 mil) que tem um sensor de oximetria de pulso – inspirado em equipamentos hospitalares e adaptado para dispositivos como Apple Watch e Fitbit – para monitorar os níveis de oxigênio, a frequência cardíaca e a temperatura da filha.

“Eu sempre tive medo de que ela simplesmente parasse de respirar. Era uma ansiedade pessoal, assim, monitorar o nível de oxigênio me ajudou bastante”, diz Elliott, que mora em Winter Park, no Estado americano da Flórida.

Ao usar essa tecnologia para bebês, ela consegue dormir mais tranquila e se sente mais segura ao sair para jantar e deixar a filha com a babá. Ela pode simplesmente monitorar os sinais vitais da filha pelo celular.

Elliott faz parte de um número crescente de millennials que utilizam soluções inteligentes de tecnologia para cuidar dos filhos. A geração millennial é, afinal, a mais conectada em todos os aspectos de sua rotina diária.

Eles utilizam aplicativos e “wearables” (peças de roupa ou acessórios inteligentes, como relógios, pulseiras e óculos) para monitorar capacidade física, ciclos de sono, alimentação e hábitos de trabalho. Para muitos, supervisionar a saúde dos filhos é um passo natural.

Nos últimos anos, vários fabricantes reconheceram o potencial de equipar os bebês com “wearables” e outros dispositivos inteligentes. Existe um mercado para isso. De acordo com a empresa de pesquisa social australiana McCrindle, a cada semana mais de 2,5 milhões de membros da chamada “geração alpha” nascem em todo o mundo.

Este grupo, cujos integrantes mais antigos nasceram em 2010 (o mesmo ano em que o iPad e o Instagram foram lançados), contará com quase dois bilhões de pessoas quando a geração terminar oficialmente em 2025.

 

bebês

Os pais agora têm acesso a uma série de produtos para monitorar a prole – de mamadeiras a berços, brinquedos e carrinhos de bebê

 

Além das meias, os pais modernos têm acesso agora a uma série de produtos conectados para bebês que geram dados – como mamadeiras, brinquedos, berços, carrinhos de bebê, roupas e muito mais.

Alguns itens são destinados a aliviar o estresse dos pais de primeira viagem, enquanto outros simplesmente automatizam partes do processo de criação dos filhos – fazendo com que tarefas que antes eram baseadas no instinto sejam totalmente automatizadas.

Por exemplo, um “monitor inteligente de alimentação para bebês” é conectado à parte inferior de uma mamadeira padrão e envia dados por Bluetooth a um smartphone. Várias questões relacionadas à hora da refeição que normalmente são intuitivas – como a quantidade e a temperatura do leite e até mesmo o ângulo da mamadeira – são monitoradas por meio de um aplicativo.

Elliott reconhece que os dispositivos inteligentes para bebês não são imprescindíveis, mas diz que sua geração está entusiasmada em adotar essas novas tecnologias para facilitar o processo de criação dos filhos.

“Eu converso com alguns pais mais velhos que não tinham essa tecnologia. Eles dizem: ‘No meu tempo, a gente apenas checava se eles estavam respirando’. E eu digo: ‘É, as coisas estão evoluindo’.”

 

Nasce um novo mercado

 

Em 2016, a Consumer Electronics Show (CES), a maior feira de tecnologia do mundo realizada anualmente nos EUA, lançou um segmento dedicado aos bebês: o BabyTech Summit.

A produtora Jill Gilbert explica que o evento fez sucesso inicialmente entre startups, que criaram soluções únicas e autônomas para bebês. A primeira leva de produtos incluía um banco de carro com sensores para garantir que a criança estava em segurança e um trocador que acompanhava o crescimento do bebê a cada troca de fralda.

Com o passar dos anos, os produtos evoluíram e se tornaram mais complexos, integrando mais sensores, diversificando o fornecimento de dados e oferecendo plataformas digitais mais abrangentes.

Agora, marcas maiores e mais conhecidas globalmente estão entrando neste mercado em ascensão. A Motorola vende uma série de produtos para berços, enquanto a Philips desenvolveu um aplicativo que combina o envio de dados a partir de um monitor para bebês, tendências registradas pelos pais e consultas de vídeo online com médicos.

 

bebês

As fraldas inteligentes avisam quando o bebê precisa ser trocado, ajudando a prevenir assaduras e infecções do trato urinário

 

Embora este setor seja relativamente novo e pouco estudado, os analistas da empresa de pesquisa de Mercado Hexa afirmam que o segmento de monitoramento de bebês deve crescer de US$ 929 milhões em 2016 para US$ 1,63 bilhão até 2025.

Com a China à frente, a Hexa prevê que a região da Ásia-Pacífico também ganhará uma participação substancial no mercado global nesse período.

À medida que cada vez mais pais millennials nos Estados Unidos, Alemanha, França e China decidem sair de casa para trabalhar, a expectativa é que eles recorram a monitores digitais para ficar conectados aos recém-nascidos. E os próximos a se conectar podem ser os mercados emergentes, incluindo Índia, Brasil, África do Sul e Tailândia.

 

Os dados sabem o que é melhor?

 

Enfatizar constantemente o bem-estar da criança não é a melhor maneira de desenvolver habilidades parentais, diz Dohyeong Park, CEO da empresa de monitores de fraldas inteligentes Monit, da Coreia do Sul.

“Se você quer deixar seu bebê feliz, você deve ser feliz primeiro. Isso maximizará a qualidade do cuidado.”

Park está desenvolvendo uma tecnologia que, segundo ele, pode abordar exatamente essa questão. As fraldas Monit alertam os pais sobre o trânsito intestinal dos bebês, ajudando a trocá-los com mais rapidez, com a intenção de prevenir assaduras e infecções do trato urinário.

O empresário espera que os dados gerados pela Monit tranquilizem os pais para que deixar o bebê em outro cômodo, ou que poupem a preocupação de interpretar errado o significado de um choro.

Em vez de confiar na intuição para cuidar dos filhos, os representantes da indústria de tecnologia para bebês preferem que os pais da geração millennial usem dados.

Em um berço conectado, a recusa de um recém-nascido para dormir durante a noite, que inevitavelmente tira o sono dos pais, se transforma em um hábito monitorado a ser corrigido a partir da interpretação dos dados.

 

bebês

Os pais obcecados por dados podem começar a monitorar os bebês mesmo antes do nascimento

 

A preocupação de ficar longe do filho, uma fragilidade com a qual os pais precisam lutar internamente, passa a ser um mero incômodo a ser amenizado pelas atualizações do smartphone.

O estresse em relação à saúde do bebê, que pode ser uma distração para os pais, se transforma em um pensamento passageiro.

“A geração millennial espera que a tecnologia faça parte da vida dela”, diz Gilbert, da BabyTech Summit.

“[Gerações mais velhas] esperam ter TVs dentro de casa. Eles esperam ter monitores inteligentes, plataformas conectadas”, acrescenta.

 

‘Falsa sensação de controle’

 

Os efeitos médicos, emocionais e psicológicos da tecnologia para bebês ainda precisam ser estudados a fundo – e não há consenso entre os especialistas em cuidados infantis sobre seu impacto ou necessidade.

Rebecca Parlakian, uma das diretoras do grupo de pesquisa de desenvolvimento infantil sem fins lucrativos Zero to Three, tem receio de que os dispositivos de monitoramento possam “desconectar os pais de compreender as necessidades específicas de seus bebês”.

Naturalmente, os bebês aprendem a administrar suas emoções por meio de um processo de “corregulação”, diz ela, seguindo as indicações dos pais enquanto são embalados e consolados; no caso de um berço automatizado, por exemplo, os pais podem não saber se os bebês “preferem o balanço, o ruído branco ou alguma outra forma” para pegar no sono.

Segundo ela, o impacto questionável dos monitores de saúde pode se estender aos pais.

“Se o pai já é ansioso, ter acesso a esses dados constantemente pode gerar mais ansiedade para eles e mais preocupação.”

Kurt Workman, CEO da Owlet, empresa que fabrica a meia inteligente de US$ 300, discorda. Ele cita um estudo que a companhia realizou em parceria com a revista Global Pediatric Health, no qual 96% dos quase 50 mil usuários da Owlet relataram uma redução no estresse depois de usar a meia inteligente.

Mas o estresse pode, na verdade, ser parte integrante do processo de se tornar um pai competente e saudável, diz Jenny Radesky, professora assistente de pediatria comportamental do desenvolvimento na Escola de Medicina da Universidade de Michigan, nos EUA.

Ela tem receio de que as ferramentas de monitoramento da saúde “possam dar aos pais uma falsa sensação de controle, quando um grande passo para se tornar pai é tolerar a angústia e os sentimentos de falta de controle que acompanham tomar conta de outro ser humano minúsculo”.

 

Amadurecimento

 

Toda essa tecnologia, como é de se esperar, tem um custo alto. E apesar de fazerem parte da geração com maior conhecimento tecnológico, os millennials também são mais desfavorecidos financeiramente do que as gerações passadas.

Por exemplo, o Snoo, berço inteligente que embala automaticamente os bebês para dormir, custa US$ 1.160. Michelle Dowdy, mãe de três filhos em Nashville, Tennessee, nos EUA, comprou um.

“Se [meu bebê] não dorme, vale o investimento”, diz a fotógrafa de 29 anos.

Para Dowdy, o Snoo não é diferente de um “treinador de sono” para bebês. As enfermeiras da maternidade que oferecem esse serviço normalmente cobram cerca de US$ 200 por noite no Reino Unido e nos EUA – o que significa que o Snoo “se pagaria” em menos de uma semana.

Para aqueles que têm dinheiro para investir em um “treinador do sono”, gastar mais de US$ 1 mil em um berço pode não parecer muito. Mas, como muitos pais no mundo todo lutam para suprir necessidades básicas dos filhos, a tecnologia para bebês não está apenas fora do alcance deles, é um luxo.

“Ter um filho pode ser muito caro, mesmo levando em conta apenas o básico, como berço, comida, fraldas, etc”, diz Todd Kunsman, fundador do site de consultoria de finanças pessoais Invested Wallet.

“Embora esses produtos inteligentes possam ser ‘bons de se ter’, eles não são itens essenciais.”

Elisabeth Gugl, professora da Universidade de Victoria, no Canadá, que estuda economia familiar, teme que, até que essa nova indústria consiga coletar evidências para respaldar suas supostas vantagens econômicas e médicas, os pais não serão capazes de separar o que é ficção da realidade, e as empresas vão poder mirar em pais ansiosos com informações falsas para vender seus produtos.

Ainda assim, muitos que usam esses monitores são fortes defensores da tecnologia.

“Eu recomendei a meia da Owlet a todas as pessoas que conheci desde que engravidei”, conta Elliott. Dowdy diz o mesmo a respeito do berço Snoo.

Ou seja, a geração que cria os filhos orientada por dados está chegando. Como diz Dohyeong, “não é uma questão de escolha. É uma questão de tempo.”

Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Future.

 

 

Carrefour Brasil inicia testes de sistema “Scan & Go” em São Paulo

Carrefour Brasil inicia testes de sistema “Scan & Go” em São Paulo

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O Carrefour Brasil iniciou em uma unidade express na capital paulista os testes do serviço Scan & Go, que permite ao consumidor escanear diretamente suas compras por meio de um aplicativo no celular, por onde também é realizado o pagamento, informou a varejista nesta quarta-feira.

A expectativa, de acordo com a companhia, é reduzir em mais da metade o tempo médio gasto nas lojas de proximidade da bandeira. E, no próximo ano, a tecnologia Scan & Go deve chegar a todas as unidades do Carrefour Express e Carrefour Market no Estado de São Paulo.

 

Corinthians e IBM firmam parceria para modernizar tecnologia de estádio

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“Como mais este serviço omnicanal, levamos a autonomia de experiências digitais para o ambiente físico”, disse Paula Cardoso, diretora executiva de Clientes, Serviços e Transformação Digital do Grupo Carrefour Brasil, em nota.

No fim de agosto, o presidente do grupo, Noel Priöuz, já havia manifestado interesse em iniciar o piloto do sistema Scan & Go ainda este ano.

Inicialmente, o aplicativo poderá ser baixado via Google Play e as compras pagas somente via cartão de crédito. Porém, ao longo do ano, o serviço Scan & Go também aceitará outras opções de pagamento e chegará à Apple Store.

A tecnologia já é operada por outros varejistas mundo afora, incluindo a gigante Amazon.com nos Estados Unidos.

 

Corinthians e IBM firmam parceria para modernizar tecnologia de estádio

Corinthians e IBM firmam parceria para modernizar tecnologia de estádio

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O Corinthians e a IBM acertaram uma parceria de 10 anos que visa modernizar a tecnologia da Arena, ao explorar as capacidades da transformação digital dentro e fora do estádio, localizado no bairro de Itaquera, informou o clube paulista nesta sexta-feira.

“A IBM ajudará a modernizar e gerenciar todo o ambiente de tecnologia da informação da Arena Corinthians com recursos cognitivos por meio da Plataforma de Serviços IBM com Watson, e o seu programa ‘Fiel Torcedor’, hospedado na nuvem IBM, integrando também sistemas de terceiros”, disse o Corinthians em comunicado.

A IMB vai gerenciar sistemas como as catracas de acesso, gerenciamento do programa de fidelidade e a venda de ingressos.

Atualmente, o Corinthians tem mais de 117 mil torcedores em seu programa ‘Fiel Torcedor’ e espera dobrar o número de cadastrados em seu programa de fidelidade nos próximos 18 meses, oferecendo novos produtos e serviços.

“O Corinthians pretende utilizar todo o potencial da Inteligência Artificial para redefinir a maneira como vivenciamos o futebol através de sua reinvenção digital”, disse o presidente da IBM Brasil, Tonny Martins, segundo comunicado do Corinthians.

Valores do acordo não foram divulgados no comunicado.