Memórias: o barato pode sair caro

Memórias: o barato pode sair caro

 

Em computação, quando o assunto é memória e armazenamento, tanto consumidores como as empresas esperam encontrar soluções econômicas. Em muitas situações, no entanto, concentram-se apenas nos atendimentos das necessidades mais urgentes. No caso de SSDs, considerada a evolução do disco rígido (HD), a opção barata nem sempre é a melhor.

Os SSDs oferecem acesso mais ágil e podem ler e gravar dados de forma muito mais rápida. As tecnologias mais modernas são executadas em mais de 550MBPs de dados. O tempo de inicialização do sistema é de apenas uma fração de milissegundos.

Não é surpresa que a tecnologia seja uma opção adequada e confiável para a maioria dos usuários – afinal possui o melhor desempenho e velocidade. Os SSDs fornecem mais durabilidade – a ausência de peças mecânicas os torna protegidos do desempenho degradante do tempo, o que não é o caso dos HDDs. Todas as vibrações e movimentos nos HDDs os tornam suscetíveis à deterioração física e até mesmo à possível corrupção de dados.

Como escolher o SSD certo:

 

1-      Capacidade e armazenamento:

Num primeiro cenário você poderia adquirir um SSD apenas para reduzir o tempo de inicialização (boot), ou o carregamento de alguns programas. Neste caso costuma-se adquirir unidades com capacidades menores, como versões de 32 GB, 64 GB, etc. Agora para um armazenamento bruto, você pode adquirir opções maiores que passam da casa dos 500 GB, podendo chegar perto de 1 TB.

 

2-      Interface Sata:

Os SSDs se ligam à placa-mãe do computador por meio de uma interface SATA – a mesma usada por HDs. No entanto, existem os padrões SATA 2 e SATA 3:

  • SATA 2 suporta até 3 Gbps de envio de dados;
  • SATA 3, por sua vez, suporta o dobro, e por isso consegue ser até duas vezes mais rápido.

O essencial aqui é você descobrir se a sua placa-mãe tem suporte para interfaces SATA 3. Se ela não tiver, não adianta investir mais em um SSD com essa interface, porque a sua placa-mãe não conseguirá suportá-la de qualquer maneira.

 

3-      Tamanho:

Você vai precisar encaixar esse SSD em algum lugar do seu computador. SSDs em geral têm 2,5 polegadas de largura, o que os fazem ter o mesmo tamanho que os HDs de notebooks, mas menores do que os HDs de desktop (que têm 3,5 polegadas, em geral). Se você vai instalar seu SSD em um PC, garanta que tem espaço no seu gabinete para acomodá-lo. Se você for colocá-lo no notebook, fique esperto na hora da compra e confirme se ele tem de fato 2,5 polegadas: se ele for maior, pode acabar não cabendo dentro do seu laptop.

Grandes fabricantes como a Crucial, são especializadas nesta tecnologia e possuem diversos modelos que atendem as mais variadas necessidades. Economizar alguns reais nesses casos é um bom negócio? Em geral, a resposta é não. É importante saber se você está comprando o que realmente precisa para o seu computador.

Fonte: Assessoria de imprensa

 

Google lança novos equipamentos em impulso no mercado de hardware

Google lança novos equipamentos em impulso no mercado de hardware

O Google lançou nesta quarta-feira a segunda geração do seu celular Pixel, junto com novos alto-falantes ativados por voz, redobrando a aposta em hardware, na esteira de crescente competição com Apple e Amazon.com.

Os equipamentos incluem laptop Pixelbook, fones de ouvido sem fio e uma câmera no estilo GoPro e operam com sistemas operacionais e serviços do Google. Isso significa que o uso dos dispositivos deve estimular o principal negócio da empresa, a venda de anúncios, à medida que consumidores de hardware usam serviços do Google como ferramenta de busca e mapas.

O celular Pixel 2 terá dois tamanhos com preço inicial em 649 dólares para o modelo base, e 849 dólares para o modelo maior. Os aparelhos ficarão disponíveis do dia 19.

O Pixelbook, com preço de 999 dólares, é o primeiro laptop operado pelo Google Assistant e suportará o Snapchat, da Snap. O computador estará disponível a partir do dia 31.

O alto-falante Google Home Mini, que concorrerá com o Echo Dot, da Amazon, custará 49 dólares nos EUA, no final do ano.

O Pixel estreou há um ano, com analistas estimando vendas de mais de 2 milhões, impulsionando receitas não publicitárias do Google. A categoria “outros” da empresa, que inclui hardware e vendas de serviços de armazenamento online, representou cerca de 12 por cento das vendas globais no trimestre mais recente.

No mês passado, a empresa expandiu o desenvolvimento de hardware ao incorporar uma equipe de engenharia de celulares de 2 mil pessoas na HTC por 1,1 bilhão de dólares.

Fonte: Reuters