Controle remoto único permite aprimorar experiência com TVs Samsung

Controle remoto único permite aprimorar experiência com TVs Samsung

 

Aparelho ainda pode comandar outros dispositivos plugados na televisão, como videogames e aparelhos de TV a cabo

 

Com o objetivo de tornar a experiência de uso das TVs mais prática e objetiva, a Samsung oferece um recurso exclusivo para a linha de TVs QLED, The Frame e UHD 4K*: o Controle Remoto Único. Com ele, é possível operar diversos dispositivos compatíveis, sem a necessidade de utilizar o controle original de cada modelo.

O Controle Remoto Único permite que o consumidor guarde na gaveta todos os outros controles remotos de equipamentos de áudio e vídeo conectados à TV, seja um leitor de Blu-ray, um decoder de TV a cabo, o Soundbar Samsung ou até mesmo um console de videogame. Ao plugar cada um desses aparelhos na TV 4K Samsung, o sistema do televisor realiza uma identificação automática, oferece ajustes personalizados para cada aparelho e indica ao usuário se deseja utilizar o benefício da unificação do controle, otimizando o uso sem a necessidade de manter vários deles espalhados pelo ambiente e podendo comandar tudo com um único dispositivo.

 

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Trazendo um design minimalista, com poucos botões e ótima ergonomia, o controle permite uma navegação simples e intuitiva, oferecendo acesso rápido às configurações e todos os conteúdos favoritos. Com a função do Controle Remoto Único ativada**, é possível aumentar o volume, trocar de canal, alterar a fonte do sinal ou navegar pelos menus dos dispositivos conectados apenas com um único dispositivo em mãos.

“O Controle Remoto Único é a solução perfeita para os usuários que buscam praticidade e organização e é um bom exemplo de sistema inteligente e integrado que facilita o dia a dia dos clientes na hora de controlar seus equipamentos”, afirma Erico Traldi, Diretor Associado de produto das áreas de TV e Áudio e Vídeo da Samsung Brasil.

Fonte: Divulgação

 

 

 

Seguradoras começam a usar aplicativo espião de motoristas no Brasil

Seguradoras começam a usar aplicativo espião de motoristas no Brasil

Seguradoras no Brasil estão começando a usar um aplicativo que monitora o modo como motoristas dirigem para poder mensurar riscos e, consequentemente, o preço de apólices de seguros de automóveis.

O aplicativo no celular, de instalação voluntária, inclui um sistema de telemetria que se conecta ao veículo para mostrar informações sobre o perfil da condução (velocidade, frenagem, uso do celular ao volante) horários mais frequentes de uso do veículo. A partir desses dados, a ferramenta aplica uma pontuação, a partir da qual mede-se o nível de risco em termos de colisão ou sinistro.

“O sistema pode ser usado como uma espécie de cadastro positivo do motorista que, se tiver uma avaliação positiva, pode receber em troca oferta de apólices mais baratas”, disse Ricardo Lachac, diretor de seguros no Brasil da LexisNexis, empresa norte-americana especializada em medição de riscos e que já tem parcerias com seguradoras em mercados como Grã-Bretanha, Espanha, Austrália e Estados Unidos.

Primeira a usar o serviço no país, a SulAmérica SULA11.SA fez desde outubro um período de testes com cerca de 5 mil pessoas, incluindo funcionários. Agora, está começando a oferta do serviço em larga escala, inclusive para não clientes.

O plano da Sul América é justamente usar os resultados do sistema para oferecer recompensas. “Quanto mais segura for a direção do carro, mais pontos pode acumular e ser recompensado com benefícios tais como até 400 reais de desconto no seguro, 800 reais na franquia ou 30 diárias extras no carro reserva”, afirmou a seguradora em comunicado.

Outras seguradoras no país também estão testando o sistema, disse Lachac, mas sem revelar os nomes. Segundo ele, de posse desse recurso essas empresas podem desenhar produtos para um enorme público no Brasil que não tem seguro de automóveis.

Estimativas do mercado segurador apontam que apenas cerca de 17 milhões de uma frota superior a 60 milhões de veículos no Brasil têm seguro.

“Para as seguradoras, seria um caminho para atrair público que hoje está fora do mercado porque acha seguro muito caro”, disse Lachac.

Fonte: Reuters