Especialistas da Positivo Tecnologia dão dicas para preservar o bom funcionamento dos celulares

Especialistas da Positivo Tecnologia dão dicas para preservar o bom funcionamento dos celulares

 

Marcelo Pataro e Alisson Fondazzi listam cinco cuidados que os usuários devem ter para não sobrecarregar seus aparelhos, desde o armazenamento de dados até a utilização de acessórios

 

Os aparelhos celulares estão cada vez mais poderosos e com baterias mais resistentes, mas nem sempre as configurações garantem que os dispositivos sobrevivam sequer ao tempo estimado de vida útil. Alguns hábitos influenciam diretamente na conservação dos dispositivos, e, para que o usuário não seja deixado na mão pelo seu smartphone, os especialistas em celulares da Positivo Tecnologia, Marcelo Pataro e Alisson Fondazzi, separaram cinco dicas de uso que farão toda diferença.

 

Evite abrir muitos aplicativos ao mesmo tempo e armazenar todas as mídias que recebe

 

O primeiro sinal de que o aparelho não está com um bom desempenho é a lentidão, mas o modo de usar diz muito sobre isso. “Preste atenção ao número de aplicativos que você abre, pois o processador pode ficar sobrecarregado se houver muitas ações sendo executadas ao mesmo tempo, ainda mais quando em conjunto com uma conexão 3G ou 4G. Quando possível, use o Wi-Fi e feche todos os apps que ficam abertos na segunda tela. Isso evita que a bateria seja colocada a um elevado nível de consumo”, diz Pataro. O que também compromete o desempenho é o número de arquivos armazenados no aparelho. As fotografias e vídeos que fazemos ou que recebemos ficam salvos em pastas e é preciso gerenciar bem para que não ocupem muito espaço. “Uma dica é programar para que essas mídias recebidas em aplicativos de conversas, por exemplo, fiquem armazenados na nuvem ou em um cartão microSD, assim sobrará mais espaço na memória do aparelho e ele não ficará sobrecarregado”, explica.

 

Cuidado com o local onde deixa o seu aparelho

 

Colocar o celular no painel do carro exposto ao sol ou em cima da pia do banheiro durante um banho quente pode prejudicar a bateria. “Todo celular é fabricado para trabalhar numa temperatura ambiente somada a uma temperatura de 15°C, ou seja, até, no máximo, 45°C. No painel de um carro em um dia de sol, onde a temperatura pode passar de 70°C, a bateria pode sofrer desgaste extremo”, conta Fondazzi. As baterias utilizam reações químicas como uma das bases de seu armazenamento de energia e a temperatura elevada prejudica essas reações. Já no banho, as partículas de água podem entrar no aparelho e também prejudicar o funcionamento, inclusive de modelos resistentes à água. “Os celulares têm um grau de segurança, mas, quando falamos em hábitos diários e repetitivos, a resistência pode não ser o suficiente, até mesmo para o suor. Deixar o celular dentro do bolso durante o treino também fará mal à bateria. Locais secos e sem poeira são sempre os ideais para eles”, alerta Pataro.

 

Use o carregador original

 

É comum pegar emprestado o carregador de um amigo durante uma emergência, mas cada celular vem com um carregador e não é à toa. “Se for necessário utilizar um carregador que não veio com o seu celular, o usuário deve começar verificando se esse produto é certificado pela Anatel, o que já garante padrões rígidos de segurança. Além disso, deve estar atento a tensão que o carregador entrega, que geralmente chegam a 5 volts, mas podem ser maiores e com isso prejudicar o aparelho. O carregador original respeita o limite de tensão que o celular precisa e produtos não originais muitas vezes enviam mais tensão do que o necessário e danificam a bateria ou o aparelho”, explica Fondazzi.

 

Carregue sempre que precisar

 

É importante acabar com o mito de que o usuário só deve carregar o aparelho quando estiver sem energia. As baterias de íon de lítio, que são as mais utilizadas hoje em celulares, permitem que o usuário as carregue por partes. “O ideal, inclusive, é não deixar descarregar 100%, porque quando a bateria fica zerada, pode perder a reação química que costuma utilizar”, explica Pataro. Segundo ele, a bateria de um celular com vida útil de um a dois anos possui 300 ciclos de recarga  e, depois disso, tem ainda uma autonomia de 60% de capacidade máxima de carga. Pataro ainda sugere: “Se for deixar o celular guardado em casa e desligado, opte por deixá-lo com meia carga e não sem. Isso manterá seu processo eletroquímico em funcionamento”.

 

Atenção com a capinha

 

Algumas capinhas possuem aspecto/tinta metalizada e isso pode interferir na recepção e emissão da antena do aparelho. “O metal pode tanto causar interferência no caminho das ondas de radiofrequência quanto constituir um bloqueio para elas. Se você perceber que o celular, às vezes, perde o sinal, considere que pode ser a capinha e não a operadora”, finaliza Pataro.

 

Fonte: Assessoria de imprensa

 

 

7 sintomas de que seu celular está com vírus

7 sintomas de que seu celular está com vírus

 

Este artigo foi criado pela equipe Bitdefender para uso exclusivo do blog Tecnologia Fácil SA.

 

Engana-se quem pensa que os computadores são os únicos alvos de vírus e malwares. Ainda mais hoje, que sabemos a quantidade de pessoas que fazem praticamente tudo por meio do celular. Por isso, é cada vez mais comum encontrar pragas nos smartphones e sintomas de vírus.

Os malwares podem provocar incômodos, gerando dificuldade para usar o aparelho normalmente e até espionar a sua movimentação, roubando senhas, dados importantes e causando dores de cabeça ainda maiores.

Mas, você sabe identificar se o smartphone está infectado? Separamos 7 “sintomas” para você ficar de olho e resolver o problema o mais rápido possível, caso tenha sido afetado. Confira:

 


 

Lentidão do Aparelho

 

1- Celular lento

 

Se o seu celular apresentou uma lentidão repentina, é bom ficar atento. É comum que esses aparelhos percam o desempenho com o passar do tempo, mas isso ocorre de forma gradual.

Se o seu smartphone ficou lento de uma hora para a outra, isso pode ser um sinal de infecção.

 


 

Bateria Acabando Muito Rápido

 

2- Celular com bateria fraca

 

Da mesma forma que o item anterior, a bateria deve ser observada em relação ao padrão que o aparelho já apresentava ao rodar as mesmas atividades.

Esse pode ser um indício de que um malware está atuando em segundo plano.

 


 

Bluetooth Ativando Sozinho

 

3- Bluetooth ativado

 

Outro sinal de que há vírus no celular é se o seu Bluetooth está ligado sem que você tenha ativado e, mesmo que desative, ele volte a ativar por conta própria.

O malware pode estar utilizando o Bluetooth para se propagar.

 


 

Ações Estranhas 

 

4- Mulher brava com celular

 

O seu aparelho parece ter vida própria?

Surgem novos aplicativos que você não instalou, o papel de parede se altera sozinho, o design da barra de tarefas está diferente, o celular reinicia sozinho, entre outras atividades estranhas podem mostrar que há algo errado.

 


 

Consumo de Dados Elevados

 

5- Consumo de dados do celular

 

Se você utiliza os dados móveis da operadora para acessar a internet, observe se o consumo está dentro da normalidade. Caso esteja elevado, pode indicar a presença de um malware enviando pacotes de informações para um servidor.

 


 

Mensagens de Texto Enviadas sem Você Perceber

 

6- Mensagem de texto com vírus

 

Alguns vírus utilizam mensagens de texto para se propagar e, para isso, conseguem contratar o serviço da operadora por conta própria.

Muitas pessoas só percebem isso quando os créditos começam a acabar muito rápido ou a conta vem mais alta no fim do mês.

 


 

Anúncios em Locais Estranhos

 

7- Anúncios no celular

 

Assim como no computador, os vírus de smartphone podem encher o seu celular com anúncios indesejados. Como alguns aplicativos possuem anúncios normais, observe onde eles estão posicionados e onde estão os conteúdos estranhos.

 


 

Como se Proteger e Ficar Livre dos Vírus de Smartphone

 

O antivírus para Android ou iOS são as melhores formas de manter os malwares longe do seu smartphone e, em caso de infecção, ajudar a eliminar a praga.

Lembre-se de pesquisar bem e escolher uma solução antivírus eficiente e compatível com o seu aparelho.

Conhece alguma outra forma de identificar um vírus no celular? Escreva para a gente nos comentários!

 

Fonte de imagens: theblaze.com, TheStreet, YouTube, BT.com, Netsupport, Java Corner, Wishesh, Malware Tips

 

 

5 dicas para você aprender a aumentar a segurança do celular

5 dicas para você aprender a aumentar a segurança do celular

Psafe

 

Proteção nunca é demais, seja qual for o modelo ou sistema do seu telefone.

 

O celular se tornou um item indispensável no dia a dia do brasileiro. Criamos o hábito de depositar informações de boa parte da nossa vida em um único e pequeno aparelho e, uma vez que ele cai em mãos erradas, o prejuízo pode ser grande. Pensando nisso, Emilio Simoni, Diretor do DFNDR Lab – laboratório especializado em segurança digital – separou 5 dicas importantes para você aprender a aumentar a segurança do celular.

1- Bloqueie a tela do seu celular com senha

Proteger a tela de bloqueio do celular com o auxílio de uma senha é uma das medidas de segurança mais básicas e essenciais. Ao exigir uma senha de desbloqueio, você dificulta e até impede que terceiros tenham acesso aos seus dados sem a sua permissão.

2- Fique atento ao tempo de bloqueio da tela

A maioria dos modelos de celular disponibiliza a opção de bloquear a tela automaticamente depois de um determinado tempo sem uso. Esse tempo quem escolhe é o usuário, basta acessar as Configurações do aparelho.
Quanto menos tempo desbloqueado, melhor e mais seguro. Por isso, o ideal é escolher as opções Imediatamente ou após 1 minuto.
Assim, caso esqueça de apertar o botão que bloqueia a tela manualmente, o próprio celular fará isso por você de acordo com o tempo escolhido.

3- Mantenha o sistema operacional atualizado

O processo de atualização do sistema influencia diretamente na segurança do celular, uma vez que as atualizações buscam implementar um software de segurança mais inteligente, que reforça a proteção, corrige falhas e fecha possíveis vulnerabilidades. Por isso, tenha sempre a última versão do sistema operacional instalada no seu aparelho.

4- Ative função de rastreamento do dispositivo

Uma ótima forma de manter todos os seus dados seguros é ativando o rastreamento do dispositivo. Com essa função, caso você perca seu celular ou seja roubado, é possível saber para onde ele foi levado com a ajuda de um mapa. Além disso, você também tem a opção de apagar todos os seus dados à distância e deixar somente as configurações de fábrica.
Para ativar essa função nos aparelhos iOS, basta acessar os Ajustes, buscar pela opção iCloud e ativar Buscar iPhone e Última Localização.

Já nos modelos Android, uma opção é usar a função Antifurto do DFNDR Security. Para isso, abra o app, acesse o menu , toque em Configurações e selecione Antifurto. Aí é só ativar todas as funcionalidades de segurança e pronto!

Você pode baixar o DFNDR Security clicando aqui.

5- Mantenha o backup do celular em dia

Com o backup do seu telefone em dia, você consegue acessar os seus dados, apps, fotos, vídeos e arquivos por meio de outro aparelho ou até mesmo de um computador. Assim, em caso de perda, roubo ou problema no celular, mesmo que você não consiga recuperar o aparelho, não há risco nenhum de você perder tudo e pode restaurar as configurações de fábrica sem problemas.
Veja aqui como fazer um backup de forma automática e segura.

 

5 dados pessoais que você deixa em seu celular sem perceber

5 dados pessoais que você deixa em seu celular sem perceber

Você já parou para pensar em quantas informações o seu telefone celular tem sobre você?

Também, pudera: ele está ao nosso lado do acordar ao dormir, media nossas comunicações com as pessoas e nos ajuda com as mais variadas consultas e tarefas. Embora esses aparelhos saibam tanto sobre nós, talvez nós não saibamos tanto sobre eles – e sua capacidade de armazenar nossos dados. É que, na memória do celular, está não só nossa lista de contatos, mas também registros dos lugares que frequentamos, as músicas que escutamos, os emails e as mensagens que recebemos, o horário em que acordamos… e muito mais. Esses são os “metadados”, os “dados sobre os dados” que extraem discretamente detalhes sobre nossas comunicações, padrões de comportamento e rotinas diárias. Confira a seguir algumas das coisas que seu smartphone “sabe” sobre você – e que você mesmo “contou”, provavelmente sem perceber.


1. A velocidade que você caminha

Celular Os dados de localização do seu celular provavelmente contam uma história detalhada sobre você. A maioria dos smartphones tem a navegação por GPS ativada, graças a aplicativos como o Google Maps – que costuma nos responder como chegar a um determinado lugar ou qual é o hospital mais próximo. No entanto, os serviços de geolocalização também permitem que seu dispositivo conheça a velocidade com que você se move, seja de carro ou caminhando… entre outras coisas.


2. Onde você vive, trabalha e se diverte

Celular O uso de serviços de geolocalização deixa metadados que “entregam” a localização da sua casa. E não só isso: eles também podem identificar seu local de trabalho, a cafeteria mais frequentada ou um centro de saúde de referência. “O seu histórico de localização é acessível para quem tiver ou puder ter acesso ao seu telefone”, explica a organização Tactical Technology Collective, dedicada ao controle dos “rastros digitais”. “A Apple usa um algoritmo ou uma fórmula que deduz que a localização do seu telefone à noite normalmente é a sua ‘casa’, e se permanecer em outro lugar o dia todo, deve ser seu local de trabalho.” Esses traços são úteis para as empresas. “A menos que você já tenha desativado serviços de localização ou locais frequentes, seu telefone provavelmente está registrando sua localização no dispositivo”, diz o site da Tactical Technology Collective. Você quer verificar isso sozinho? Siga estas etapas em seu telefone celular: “Configurações” -> “Privacidade” -> “Serviços de localização”. Se tiver um iPhone que funcione com o sistema iOS 7 ou uma versão mais recente, você pode até checar os locais mapeados selecionando “Localizações frequentes dos serviços do sistema”.


3. Seu preparo físico

Celular Se você tem um aplicativo que auxilia na execução de exercícios físicos, na prática você está entregando para o celular alguns indicadores sobre sua saúde. O mesmo acontece com ferramentas que monitoram quantas horas você dorme, ciclo menstrual ou frequência cardíaca. “Provavelmente há mais informações sobre você no seu telefone do que na sua casa”, disse o diretor executivo da Apple, Tim Cook, à rede americana ABC News em 2016. “Nossos smartphones estão cheios de nossas conversas íntimas, nossos dados financeiros, nossos indicadores de saúde. Eles também estão munidos, em muitos casos, da localização de nossos filhos”, acrescentou.


 4. Quantos táxis você pega e o quanto deixa de dinheiro

Celular Ao usar apps de transporte privado, como Uber, Cabify e 99, você deixa no seu celular um registro da frequência com qual usa esse tipo de serviço. Mas os metadados muitas vezes vêm de fontes externas. Em 2014, uma base de dados da Comissão de Limousines e Taxis de Nova York foi revelada, exibindo cada viagem realizada em 2013. Esses dados, de acordo com a consultoria Neustar Research, continham informações sobre a origem e o destino de cada viagem e a quantia paga. E esse é apenas um exemplo.


5. A que horas se levanta e se deita

Celular Usar o celular como despertador é um costume muito comum dos nosso tempos. Assim, os telefones também são capazes de registrar nossos horários de sono e monitorá-los. O iOS 10, penúltima versão do sistema operacional lançada pela Apple, é capaz de detectar, por meio do despertador, a que horas você dorme, se acorda durante a noite e quando finalmente desperta. Esses dados podem ser usados para mapear hábitos ou para fins médicos. Mas eles podem também ser usados para fins mais estratégicos, como a venda de publicidade enquanto estamos acordados à noite – quando somos mais vulneráveis às ofertas de algumas empresas. Embora, em última instância, seja você quem decida a quantidade de informação que compartilha com o celular. Fonte: BBC