Como escolher um carregador portátil eficaz e seguro?

Como escolher um carregador portátil eficaz e seguro?

 

Sony explica em três dicas simples quais fatores devem ser observados

 

carregador

 

As novas tecnologias mudaram totalmente nossa dinâmica de comunicação, tornando a mobilidade parte essencial do dia a dia. Com isso, equipamentos como carregadores de bateria portáteis tornaram-se artigos fundamentais.  Mas como escolher o modelo certo para a sua necessidade? Quais cuidados devemos tomar antes de adquirir um carregador? A Sony elencou três importantes dicas. Confira abaixo:

 

Por que fechar os apps que usamos não ajuda a economizar bateria do celular

Aplicativos que limpam memória e resfriam smartphones

Posso ou não deixar o smartphone carregando durante a noite inteira?

[Dica]: Como melhorar a vida útil da bateria dos smartphones e tablets

 

  • Entenda a embalagem:

 

Ao chegar em uma loja ou pesquisar pela internet, inúmeras opções de carregadores aparecerão com diferentes marcas, números e nomenclaturas. Como entender tudo isso? Para começar, procure na embalagem ou no próprio produto pelo selo da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações – que regulamenta o setor. Em 2007, foi criada uma regulamentação voltada para baterias e carregadores de celulares com o objetivo de fazer um controle mais rigoroso quanto a qualidade e segurança desses produtos, já prevendo uma grande demanda e a possibilidade de falsificações ou equipamentos muito inferiores causando perigo no uso.

 

carregador

 

Em seguida, é necessário entender os números e a nomenclatura. A unidade de medida usada para esse produto é de mAh, ou seja, miliampère-hora, que tem o objetivo de informar o tempo de duração da bateria, por isso, quanto maior o miliampère-hora indicado na bateria, mais longo é o período que o seu aparelho pode ficar desconectado da tomada. De acordo com os celulares de hoje, que exercem inúmeras funções e tiveram um aumento muito expressivo de uso diário, podemos dizer que:

  • 5.800 mAh equivale a uma carga e meia, se for para uso pessoal;
  • 10.000 mAh equivale a duas cargas e meia, se for para uso profissional;
  • 20.000 mAh equivale a cinco cargas, podendo ser usado por família, de forma compartilhada com diversos dispositivos.

 

  • Fique de olho no custo-benefício:

 

A variação de preço entre um produto e outro pode fazer com que muitos consumidores optem pelo de menor valor, mas é importante ficar de olho no que está sendo comprado. Os carregadores Sony têm vida útil superior a três anos, enquanto os demais encontrados no mercado com valor inferior e de marcas desconhecidas duram no máximo um ano. Ou seja, se contabilizar o custo-benefício de uma escolha por um carregador como os CP-E6,CP-V20 e CP-V10B, você terá um investimento certeiro, que não te deixará na mão ao longo dos anos.

 

  • Se importe com a segurança:

 

A segurança contra curto-circuito ou superaquecimento do produto é fundamental para sua utilização. Por isso, é importante verificar se, além da certificação, o produto possui outras ferramentas, como:

  • Gel híbrido: serve como uma camada interna e extra que protege contra possíveis atritos, batidas e quedas do produto;
  • Circuitos de proteção: são circuitos desenvolvidos para agir de forma inteligente quando detectada uma sobrecarga de energia;
  • Termômetro: nos carregadores da Sony, são em média três termômetros internos em cada produto para evitar justamente o superaquecimento ou algum incidente desnecessário.

A partir dessas informações, busque o produto que mais combina com você e que será verdadeiramente útil e seguro para o uso de seus gadgets.

 

Carregadores com entrada tipo C:

 

Seguindo a tendência dos novos smartphones, que já são produzidos com entrada USB-C e garantem uma velocidade até três vezes mais rápida de transferência, a Sony lançou recentemente o modelo CP-VC10, que conta com duas saídas (tipos A e C) com 10.000 mAh de capacidade. Esse novo padrão USB-C possibilita que os smartphones sejam carregados com maior potência, ou seja, a bateria alcançará o 100% rapidamente – sendo carregados duas vezes mais rápido. Além do cabo, a Sony possui outros gadgets com a conexão Tipo C.

Toda a linha de acessórios, incluindo os itens com a conexão Tipo C, podem ser encontradas em: http://bit.ly/sonyessenciais

 

Fonte: Assessoria de imprensa

 

 

Por que fechar os apps que usamos não ajuda a economizar bateria do celular

Por que fechar os apps que usamos não ajuda a economizar bateria do celular

 

BBC

 

apps

 

Encerrar simultaneamente os aplicativos abertos no celular pode ser, para alguns, até divertido. Como num passe de mágica, fazemos sumir tudo. Ao contrário do que muita gente pensa, porém, isso não ajuda a economizar bateria nem deixa o aparelho mais rápido.

Na maioria dos iPhones, basta clicar duas vezes no botão home, até que as janelas dos aplicativos apareçam empilhadas, e depois deslizar com o dedo para cima para fechar cada app. No Android, você clica no botão “multitarefas”, geralmente o terceiro dos botões virtuais no pé da tela, em forma de quadradinho – e também pode deslizar em cada um para os lados para fechar.

Mas, segundo engenheiros da Apple e da Android, fechar os aplicativos abertos em segundo plano pode até ajudar a consumir mais energia.

O vice-presidente de engenharia da Android – um dos membros fundadores da equipe do Android no Google -, Hiroshi Lockheimer, disse no Twitter há algum tempo que isso “pode até piorar as coisas”.

 

https://www.tecnologiafacilsa.com.br/geral/bateria/como-melhorar-a-vida-util-da-bateria/

https://www.tecnologiafacilsa.com.br/geral/bateria/apple-da-dicas-de-como-aumentar-a-duracao-e-a-vida-util-da-bateria-dos-seus-dispositivos/

 

Isso porque tentar enganar o algoritmo que gerencia o aparelho, desenhado para otimizar o uso de energia, pode desacelerar o sistema. É, segundo ele, melhor deixá-lo agir por conta própria.

O diretor-executivo da Apple, Tim Cook, afirmou que aplicativos que estão em segundo plano não comprometem de nenhuma maneira a bateria do iPhone. Por isso, não faz sentido encerrá-los repentinamente.

Mas qual é a lógica dessa afirmação?

 

apps

 

Diferentemente do muita gente pensa, esses aplicativos não consomem a bateria.

Manter suspenso o sistema operacional, seja iOS ou Android, permite que você os mantenha exatamente como os deixou quando os estava usando. Se o aplicativo é encerrado à força, vai obrigar o sistema a reiniciar o processo caso o app seja aberto outra vez, consumindo o dobro de energia sem necessidade.

Para especialistas o que justifica encerrar um aplicativo de repente é em caso de falha inesperada no sistema ou vírus.

 

https://www.tecnologiafacilsa.com.br/geral/bateria/posso-ou-nao-deixar-o-smartphone-carregando-durante-a-noite-inteira/

https://www.tecnologiafacilsa.com.br/dica/como-carregar-seu-celular-sem-rede-eletrica-em-3-passos-simples/

 

Se não for o caso, é melhor deixar o software do celular atuar por conta própria. Os algoritmos dos celulares são criados para gerir de forma eficiente a memória do aparelho.

 


 

Os 5 estados de um aplicativo

O funcionamento dos aparelhos tem a ver com as funções multitarefa. No caso do iOS, há cinco possíveis estados para um aplicativo, escreveu o jornalista especialista em tecnologia David Pierce na revista Wired. O Android funciona de maneira muito parecida.

1) Sem funcionamento (o app não está aberto)

2) Ativo (está aberto na tela e em uso)

3) Inativo (fase de transição: está aberto na tela, enquanto se faz outra coisa)

4) Background (pode ficar ativo, realizando operações em segundo plano por até 10 minutos)

5) Suspenso (fica em segundo plano sem fazer absolutamente nada)


 

apps

 

“Alguns aplicativos, como os que reproduzem música, os que exigem uso de microfone ou que acionam a localização do usuário são identificados pelo sistema e não são suspensos quando vão para o modo background”, explica em seu blog a empresa de software Solid Gear.

Isso acontece graças aos algoritmos, explica o jornalista David Pierce. Segundo ele, o sistema sabe quais aplicativos que precisam ser fechados, geralmente são aqueles que não foram usados por um tempo ou estão usando mais bateria ou memória do que deveriam.

Esses algoritmos “sabem muito bem quando você vai precisar de mais dados ou quando é necessário reiniciar um aplicativo”.

 

apps

 

“É melhor deixar o sistema funcionar para você em vez de forçá-lo a reiniciar e abrir os aplicativos o tempo todo. Além da questão da bateria, ela pode tornar o telefone mais lento”, acrescenta o jornalista.

Como economizar bateria?

Especialistas orientam que reduzir o brilho da tela ou desativar os sinais de wi-fi e o bluetooth são maneiras mais eficientes de poupar bateria e otimizar o uso do aparelho.

Outra estratégia é desativar o uso de dados ou usar o modo de pouca energia. Desativar a geolocalização de aplicativos também ajuda – este último também ajuda a manter a privacidade.

 

 

Aplicativos que limpam memória e resfriam smartphones

Aplicativos que limpam memória e resfriam smartphones

Os aplicativos prometem limpar os arquivos que prejudicam a performance do aparelho e ainda ajudam a diminuir a temperatura, resfriando o processador.

 

Os smartphones são dispositivos próprios para baixarmos aplicativos, certo? Certo… agora, quantos aplicativos nós podemos deixar abertos ao mesmo tempo? Será que existe uma competição de recursos do aparelho? A resposta é sim!

Esses “aparelhinhos” possuem uma memória que é consumida conforme o uso. E acredite, ela é finita, ou seja, tem um limite considerado normal até que a performance do “nosso inseparável amigo” comece a ficar degradada.

Quando instalamos ou executamos aplicativos, vários arquivos temporários são armazenados na memória. É como ele mantivesse os arquivos “prontos” para o próximo uso para não usar recursos do aparelho. Porém esse artifício tem um “preço”: a performance do dispositivo diminui pois com isso mais memória é utilizada.

E a temperatura? Já viu quando o smartphone aquece simplesmente por estar com um app sendo executado? O Waze é um deles. Primeiro pela necessidade de manter a tela acesa o tempo inteiro e segundo pela própria característica do aplicativo (GPS). A alta temperatura prejudica também a bateria. Devido a sua composição química, a alta temperatura é uma grande vilã desse componente, sem ainda falar do risco de explosão.

Existem aplicativos que ajudam a limpar os arquivos temporários da memória além de resfriar o processador:

  • Clean Master;
  • Norton Clean;
  • Virus Cleaner (Hi Security) – Antivirus, Booster;
  • Otimizador de Memória;
  • Super Cooler;
  • Super Rapidez Limpador – Antivírus Accelerator;
  • AVG Cleaner: Limpador de Memória e Cache;
  • Refrigerador de CPU & Bateria;
  • Clean Master – Otimizador de RAM e Antivírus;
  • DFNDR Security: Antivírus, Acelerador & Limpeza.

App

Esses apps estão disponíveis para Android e iOS, ou seja, para uma grande variedade de smartphones.

Muitos prometem ajudar na performance e na diminuição da temperatura. Você tem algum desses instalado no seu smartphone? Deixe a sua opinião.

[Opinião]: Apple e o caso dos aparelhos antigos lentos

[Opinião]: Apple e o caso dos aparelhos antigos lentos

A situação da Apple ficou insustentável e a empresa se arrependeu da afirmação que fez e agora tenta minimizar o impacto

Nas semanas passadas, ainda em dezembro, a Apple afirmou que deixa mais lento (sim!) os aparelhos antigos e que estão com problema na bateria. Isso tudo para corrigir um problema antigo que era referente ao desligamento inesperado dos dispositivos.

Essa afirmação repercutiu muito mal para Apple e logo os concorrentes (fabricantes que usam o sistema Android) aproveitaram a oportunidade para “aparecer” na crista da onda e se mostraram como bonzinhos na história e a Apple a vilã.

IMG 5088 - [Opinião]: Apple e o caso dos aparelhos antigos lentosRealmente a empresa fez muito mal agindo dessa forma (deixando os aparelhos lentos de propósito). Não sabemos se a intenção dela era realmente essa, mas a ação força os usuários a comprar os novos modelos pois ninguém suporta ficar com um aparelho lento por muito tempo.

Os modelos lançados em 2017 não estão com preços justos aqui no Brasil. Agora a maçã faz uma afirmação dessas. Isso tudo só contribui para os usuários migrarem para outras marcas e fabricantes.

Depois disso tudo, a maçã começou a oferecer, com desconto, a troca das baterias danificadas em vários países do mundo mas deixou o Brasil fora da lista. Depois de uns dias, incluiu o nosso País e ainda passou a vender não só para aparelhos com bateria danificada.

Veja abaixo a nota que a Apple inseriu no seu site:

  • A Apple vai reduzir em R$ 300 o preço de substituição de bateria para o iPhone fora da garantia – de R$ 449 para R$ 149. A redução é válida no mundo todo até dezembro de 2018. Isso vale para todos os donos de iPhone 6 ou posterior que precisem substituir a bateria. Em breve, divulgaremos mais detalhes em apple.com/br.
  • No início de 2018, vamos lançar uma atualização do iOS com novos recursos que oferecem aos usuários mais informações sobre o estado da bateria do iPhone. Eles mesmos poderão ver se a condição está afetando o desempenho.
  • Como sempre, nossa equipe está buscando formas de melhorar ainda mais a experiência dos usuários, incluindo melhorar o modo como gerenciamos o desempenho e evitamos desligamentos inesperados com o envelhecimento das baterias.

(Fonte: Apple)

Nas próximas semanas a empresa deverá lançar uma atualização do iOS que deverá trazer a possibilidade do usuário saber o estado da bateria do dispositivo.

O que você achou desse caso? Deixe a sua opinião.

Apple pede desculpas após admitir que problema na bateria deixa iPhones antigos mais lentos

Apple pede desculpas após admitir que problema na bateria deixa iPhones antigos mais lentos

Enfrentando processos e a indignação de consumidores após admitir que deixou iPhones antigos com problemas na bateria mais lentos, a Apple está reduzindo o custo de substituição de baterias e irá alterar seu sistema para mostrar a usuários o desempenho da bateria de seus celulares.

Em publicação em seu site na quinta-feira, a Apple pediu desculpas pela maneira como lidou com a questão da bateria e disse que fará diversas mudanças aos clientes “para reconhecer sua fidelidade e recuperar a confiança de qualquer um que possa ter duvidado das intenções da Apple”.

A Apple está tratando das preocupações sobre a qualidade e durabilidade de seus produtos em um momento em que cobra 999 dólares por seu novo iPhone X.

A companhia informou que irá reduzir o custo de substituição de baterias para celulares já fora da garantia de 79 dólares para 29 dólares para iPhones 6 ou modelos anteriores a partir do mês que vem.

A Apple também irá atualizar seu sistema operacional para permitir que usuários vejam se sua bateria está com mau desempenho e se isso está afetando a performance do aparelho.

“Sabemos que alguns de vocês sentem que a Apple os decepcionou”, disse a empresa na publicação. “Nós pedimos desculpas”.

No dia 20 de dezembro, a Apple reconheceu que o sistema do iPhone pode reduzir a velocidade de celulares com problemas na bateria.

A fabricante disse que o problema é que baterias de lítio envelhecidas entregam a energia de maneira desigual, o que pode fazer com que iPhones desliguem inesperadamente para proteger seus delicados circuitos internos.

Fonte: Reuters

Apple deixa alguns iPhones antigos mais lentos por causa de baterias

Apple deixa alguns iPhones antigos mais lentos por causa de baterias

A Apple tem lidado com reclamações de uma empresa de aplicativos que diz que a fabricantes de iPhones deixa mais lento o desempenho de aparelhos mais antigos.

Na segunda-feira, o blog Primate Labs, uma empresa que faz um aplicativo para medir a velocidade do processador do iPhone, publicou dados que mostram um desempenho mais lento dos modelos iPhone 6s e iPhone 7, conforme eles ficam mais velhos.

A Apple reconheceu na quarta-feira que toma algumas medidas para reduzir a demanda de energia – que pode ter efeito de deixar o processador mais lento – quando a bateria de um telefone está tendo problemas para suprir o pico de corrente que o processador exige.

O problema decorre do fato de que todas as baterias de íon de lítio, não apenas as encontradas nos produtos da Apple, degradam-se e têm problemas para fornecer grandes explosões à medida que envelhecem e acumulam ciclos de carregamento, disse a Apple em um comunicado. Os problemas com o pico de corrente também podem ocorrer quando as baterias estão frias ou com baixa carga.

“No ano passado, nós lançamos um recurso para o iPhone 6, iPhone 6s e iPhone SE para suavizar os picos instantâneos somente quando necessário para evitar que o dispositivo desligue inesperadamente durante essas condições”, afirmou a Apple em nota à Reuters. “Agora ampliamos esse recurso para o iPhone 7 com o iOS 11.2 e planejamos adicionar suporte para outros produtos no futuro.”

Fonte: Reuters