Xiaomi divulga lista de modelos que receberão nova atualização da MIUI

Xiaomi divulga lista de modelos que receberão nova atualização da MIUI

No início de abril a Xiaomi anunciou os smartphones que irão e que não irão receber a atualização da sua interface – MIUI.

 

A fabricante chinesa utiliza em seus smartphones uma interface leve e bem bacana. Ela é como se fosse um sistema operacional porém “roda” no Android. É uma aplicação bastante funcional e que deixa os smartphones rápidos e com funções diferenciadas dos demais concorrentes.

A versão que atualmente está sendo executada nos aparelhos é a de número 10 – lançada em junho de 2018.

No início de abril, a chinesa fez um evento e anunciou o lançamento da próxima versão – a de número 11. Ela será disponibilizada em muitos modelos e em alguns, mais antiguinhos, não receberão. Vamos a lista:

 


Modelos que receberão a nova versão:

 

  • Xiaomi Mi 9, Mi 8;
  • Xiaomi Mi MIX 3;
  • Xiaomi Mi MIX 2S, Mi MIX 2;
  • Xiaomi Mi MIX 1;
  • Xiaomi Mi 6X, Mi 6;
  • Xiaomi Mi Note 2, Mi Note 3;
  • Xiaomi Mi 5X, Mi 5c, Mi 5s, Mi 5s Plus;
  • Xiaomi Mi Max 2, Mi Max, Mi Max 3;
  • Xiaomi Mi Play;
  • Redmi Note 7 Pro, Redmi Note 7;
  • Redmi S2;
  • Redmi Note 5, Redmi Note 5 Pro;
  • Redmi 6, Redmi 6A, Redmi 6 Pro;
  • Redmi 5, Redmi 5A, Redmi 5 Plus, Redmi Note 5A;
  • Redmi 4, Redmi 4A, Redmi 4X, Redmi Note 4, Redmi Note 4X;
  • Redmi 3S/3X;
  • Redmi Note 6, Redmi Note 6 Pro.

 


Os que não receberão:

 

  • Redmi 3S/Prime;
  • Redmi Pro;
  • Redmi 4 Prime;
  • Redmi 4 Global;
  • Redmi 4A;
  • Redmi Note 4 (MTK version);
  • Redmi Note 3.

 


 

Os detalhes do que a versão 11 terá ainda não temos. Vamos aguardar as próximas semanas para sabermos inclusive a data da disponibilização.

 

E agora, apresentando… Game of… Threats!

E agora, apresentando… Game of… Threats!

Com a estreia da última temporada no domingo (14), Game of Thrones chamou a atenção não apenas dos fãs, mas também dos cibercriminosos. A série, que ganhou vários prêmios Emmy e está entre os maiores sucessos da HBO, foi responsável por 17% de todo o conteúdo malicioso pirateado em 2018, com 20.934 pessoas atacadas, de acordo com dados levantados pela Kaspersky Lab. Isso ocorreu mesmo considerando que, ano passado, não foi lançado nenhum episódio novo de Game of Thrones, enquanto as outras séries do ranking, como The Walking Dead (2º lugar) e Arrow (3º lugar), tiveram campanhas promocionais agressivas.

 

Threats

 

Ao observar a facilidade com que as séries de TV baixadas de fontes ilegítimas podem ser substituídas por versões com malware, os pesquisadores da Kaspersky Lab examinaram esses arquivos maliciosos no período entre 2017 e 2018. Em todos os casos observados, os criminosos usam os primeiros e os últimos episódios de cada temporada como meio de disseminação do malware. No caso de Game of Thrones, o episódio de estreia da primeira temporada, chamado ‘O inverno está chegando’, foi o mais usado para espalhar os ataques.

Com a última temporada de Game of Thrones anunciada para começar no domingo 14, as operadoras de televisão estarão com o sinal aberto, beneficiando não apenas os fãs, mas também mitigando os riscos de uma infeção de malware. Porém, quem perder o episódio e não for assinante do canal pago, provavelmente recorrerá ao torrent, resultando em um possível pico de malware disfarçado para este e os próximos episódios da série”, afirma Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky Lab.A melhor forma de evitar ser vítima dessa ciberameaça é acessar o conteúdo pela sua plataforma oficial, pois os cibercriminosos estão esperando que os fãs mais fiéis e impacientes façam o download acreditando que é apenas o episódio da série, quando na verdade, trata-se de malware disfarçado”, finaliza.

Para evitar ser vítima de programas maliciosos disfarçados de séries de TV, a Kaspersky Lab recomenda algumas medidas:

  • Só use serviços legítimos de reputação comprovada para produzir e distribuir conteúdo televisivo;
  • Preste atenção à extensão do arquivo baixado. Mesmo os episódios de séries de TV de uma fonte que você considera confiável e legítima, devem ter a extensão .avi, .mkv ou mp4, mas com certeza não pode ser um .exe (arquivo executável);
  • Preste mais atenção à autenticidade dos sites. Só acesse sites que permitam assistir séries de TV quando tiver certeza de que são legítimos e seu endereço começa com ‘https’. Antes de iniciar o download, verifique se o site é genuíno, conferindo o formato do URL e a ortografia do nome da empresa;
  • Não clique em links suspeitos, como aqueles que prometem a visualização antecipada de um novo episódio. Verifique e acompanhe a programação da série.
  • Use soluções de segurança confiáveis, como o Kaspersky Security Cloud, para ter uma proteção abrangente contra diversas ameaças.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa

 

Samsung inicia vendas do Galaxy S10 no Brasil

Samsung inicia vendas do Galaxy S10 no Brasil

 

Algumas lojas físicas contarão com ações exclusivas para demonstrar novas funções dos smartphones Galaxy S10, S10+ e S10 e que já são sucesso de vendas no país

 

A Samsung inicia hoje as vendas de seus novos smartphones, Galaxy S10, S10+ e S10 e em todo o Brasil. No ano em que a linha Galaxy comemora 10 anos, o Galaxy S10 que esteve em pré-venda desde o dia 12 de março, superou duas vezes a pré-venda do Galaxy S9 e S9+ indicando que a nova linha de smartphones já é sucesso entre os brasileiros. Para proporcionar uma experiência de compra especial aos consumidores, a Samsung preparou ações exclusivas em algumas de suas lojas pelo país.

 Na loja Samsung no MorumbiShopping, a partir das 10h, os visitantes poderão conhecer todos os diferenciais dos novos smartphones da linha Galaxy S10 com experiências imersivas, aproveitando, por exemplo, a plataforma de games dos novos smartphones em painéis montados na loja. Além disso, quem comparecer poderá tirar fotos em frente a cenários inusitados e levar uma impressão das imagens para casa, além de ganhar alguns mimos exclusivos.

 

Galaxy S10: A mais completa experiência em smartphone

 

Os novos modelos da linha Galaxy S10 são ideais para os usuários que não abrem mão de smartphones com design diferenciado e os mais avançados recursos disponíveis no mercado atualmente. Entre os destaques estão câmeras de última geração que contam com inteligência artificial, tela AMOLED dinâmica que traz cores ainda mais perfeitas, além de aprimorados recursos de segurança.

Os Galaxy S10, S10+ e S10e estarão disponíveis com os preços sugeridos conforme abaixo:

 

Produto Cor Memória1 Preço sugerido
Galaxy S10+ Ceramic Black16 1TB e 12GB RAM R$ 8.999,00
512 GB e 8GB RAM R$ 6.699,00
Preto, Branco, Azul 128 GB e 8GB RAM R$ 5.499,00
Galaxy S10 Preto, Branco, Azul 512 GB e 8GB RAM R$ 6.199,00
128 GB e 8GB RAM R$ 4.999,00
Galaxy S10e Preto, Branco, Azul, Amarelo 128GB e 6GB RAM R$ 4.299,00

 

[1] A memória disponível ao usuário é menor que a memória total, devido ao armazenamento do sistema operacional e do software utilizado para operar os recursos do dispositivo. A memória real disponível ao usuário pode variar de acordo com a operadora e pode mudar após a execução das atualizações de software.

 

Fonte: Assessoria de imprensa

 

Novo golpe promete alterar a cor do WhatsApp

Novo golpe promete alterar a cor do WhatsApp

 

Se os usuários instalarem a extensão para alterar as cores, eles enviarão automaticamente uma mensagem com o convite para toda a lista de bate-papos ativos

A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, recebeu vários relatos sobre uma mensagem que chega através do WhatsApp, convidando o  usuário a aplicar novas cores no aplicativo com apenas um clique. A empresa de segurança analisa o que está por trás desse golpe que busca preencher os telefones de publicidade.

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Mensagem do WhatsApp com o convite para alterar as cores.

Como é comum nesse tipo de campanha, o link reage de maneira diferente se você clicar em um celular ou no aplicativo WhatsApp Web.

No caso de acesso em um computador através do WhatsApp Web, o usuário é convidado a instalar uma extensão do Google Chrome, chamada Black Theme for Whatsapp, que permitirá mudar o aplicativo para uma cor mais escura.

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Site que é redirecionado se você entrar pelo WhatsApp Web, convidando para instalar uma extensão do Google Chrome

Essa extensão pode ser encontrada dentro da Chrome Web Store e já apresenta um alto número de downloads, para se ter uma ideia da magnitude da campanha.

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Extensão no Google Chrome, chamada “Black Theme for Whatsapp”

Caso um usuário desavisado instale a extensão e abra a sessão do WhatsApp Web, ela enviará automaticamente uma mensagem para toda a lista de bate-papos ativos, convidando-os a alterar as cores do aplicativo. No complemento, há mensagens em diversos idiomas para enviar, além de diferentes elementos que compõem a mensagem, incluindo a imagem. Além disso, existem URLs diferentes que podem estar associadas à mensagem que está sendo construída de maneira aleatória à medida que as mensagens são enviadas.

Mesmo que o usuário identifique o que está acontecendo e feche a janela do navegador, a ação não será interrompida, pois é o próprio telefone que envia as mensagens. Essa funcionalidade específica demonstra as estratégias usadas pelos invasores para propagar com rapidez e eficiência esse tipo de campanha e, assim, alcançar até mesmo todos os contatos da vítima.

Por outro lado, se o link for acessado de forma convencional,  a partir do celular, uma mensagem aparece pedindo ao usuário para compartilhar o aplicativo com 30 amigos ou 10 grupos antes de alcançar a possibilidade de mudar de cor.

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Se você acessar pelo telefone, a seguinte mensagem aparecerá solicitando que um convite seja enviado aos seus contatos para continuar a ação

Da mesma forma, mesmo que não seja compartilhado entre os contatos e você queira prosseguir a ação, o aplicativo solicita o download de um APK chamado best_video.apk e ativa as notificações de um servidor localizado na Rússia. Se a vítima deixar todos os itens acima acontecerem, o celular será infectado por uma família de cavalos de Tróia que propagará adware entre os usuários do Android.

O aplicativo é instalado no dispositivo, mas não deixa qualquer evidência de sua instalação, já que o ícone é oculto e só é ativado quando o usuário inicia a navegação, exibindo banners publicitários de diferentes serviços de propaganda legítimos; mas para a vítima não é evidente que seus recursos estão sendo utilizados para este tipo de ações.

“Quando se trata desse tipo de ameaça que utiliza estratégias de engenharia social e busca seduzir o usuário ao com uma promessa atraente, sempre devemos nos lembrar de nunca acessar links que nos alcancem por qualquer meio digital, mesmo que seja enviado por um contato conhecido.”, disse Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

Nestes casos, o que se deve fazer  primeiro  é verificar a autenticidade do link, por exemplo, o contato de quem enviou a mensagem. Neste caso da mudança de cor do WhatsApp – se foi algo que ele conscientemente compartilhou ou se foi porque ele foi a vítima do engano e enviou sem querer a sua propagação. Além disso, é essencial ter uma solução de segurança instalada no telefone que os alarmes soem na presença de links ou downloads de conteúdo potencialmente maliciosos.

Para mais informações, visite o portal de notícias da ESET, chamado WeLiveSecurity, em: https://www.welivesecurity.com/br/

Fonte: Assessoria de imprensa

 

Cuidado ao publicar imagens em uma rede social: você pode estar divulgando informações demais

Cuidado ao publicar imagens em uma rede social: você pode estar divulgando informações demais

Cuidado ao publicar imagens em uma rede social: você pode estar divulgando informações demais

ESET fala sobre os cuidados ao postar fotos na internet

O povo brasileiro é extremamente ativo nas redes sociais, uma pesquisa realizada pela We Are Social e o Hootsuite, revelou que 62% dos brasileiros estão ativos nos sites e apps. Estar online o tempo todo e postar fotos se tornou um hábito comum, o único problema é que nossas fotos podem conter informações demais.

Mesmo com as redes bloqueadas apenas para amigos, o usuário pode correr riscos. Pensando nisso, a ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, separou alguns cuidados para se tomar ao postar uma foto, seja em seu feed ou no status temporário.

– Ingressos de eventos: muitos ingressos de eventos possuem QR codes ou códigos de barras para facilitar a entrada. Por isso, pode ser perigoso publicar a foto do ticket do show da sua banda favorita ou do jogo do seu time, pois um criminoso pode utilizar estes dados para entrar no evento antes de você. Uma vez que o código de barras ou QR Code fornece uma única liberação de entrada.

Cartões de embarque: segurança digital em viagens tem sido uma nova preocupação. Vemos cada vez mais fotos de viajantes no aeroporto com passaportes e cartões de embarque publicadas nas redes. O problema é que, assim como no caso dos ingressos de eventos, é possível clonar sua passagem. Informações como o seu nome, sobrenome, local e destino do voo podem não ser o maior dos problemas, já que um cartão de embarque pode conter seu programa de fidelização, código de barras, tipo de passagem, código localizador de reserva e ainda o número do seu passaporte. A combinação desses dados permite não somente o uso indevido de sua passagem, mas também o cancelamento do seu check-in e compras em seu nome.

Fotos dos filhos e outras crianças: postar fotos dos pequenos pode ser tentador. Em um estudo realizado no Reino Unido, descobriu-se que crianças têm em média 1300 fotos publicadas pelos pais. Mas o preço da postagem pode ser alto. Imagens com a localização das crianças ou uniforme da escola são prato cheio para criminosos. Evite mostrar a rotina do seu filho nas redes, localização, nome da escola e atividades extracurriculares. Mesmo que suas redes sociais sejam privadas, não é possível ter o controle de uma imagem depois que ela é divulgada na internet, e a foto do seu filho pode cair em mãos erradas, portanto, é melhor se prevenir.

Fotos da mesa de trabalho: fotos da organização do seu espaço na empresa podem ser bonitas, mas muito cuidado. Na hora de bater a foto, confira se na imagem não é possível ver  documentos importantes, anotações com logins e senhas, ou até papéis com informações que podem expor você e a empresa.

Não compartilhe sua localização: cyberstalker é o termo utilizado para se referir a pessoas que vigiam suas redes sociais e acompanham seus movimentos. Publicar fotos com geolocalização ou com o nome de onde você está facilita a ação dos stalkers. A nova série “Você”, do Netflix, é um exemplo da discussão sobre os riscos de expor sua localização publicamente, pois mostra o caso de um perseguidor que, por meio de fotos nas redes sociais, consegue saber todos os passos da personagem principal. A boa notícia é que na vida real não precisa ser assim – os smartphones permitem que você decida em que momentos determinados aplicativos podem ter acesso a sua localização, basta conferir nas configurações do seu aparelho.

Carteira de motorista: tirar a habilitação é uma grande conquista, e é claro que os jovens felizes com a realização querem expor nas redes. A tag #carteirademotorista no Instagram possui 10,8 mil posts com imagens da CNH de brasileiros. A sua habilitação contém diversas informações pessoais, como nome dos pais, identidade e CPF que, ao caírem em mãos erradas, podem causar dor de cabeça. Portanto, evite postar a foto do documento em suas redes sociais.

Informações pessoais e cartões: é mais comum do que se imagina ver fotos com a localização de residências, dados pessoais ou fotos de cartões bancários. Um perfil no Twitter chamado @NeedADebitCardreúne imagens de cartões postados nas redes sociais, os riscos vão desde ter suas senhas descobertas até compras realizadas com a sua conta. Esse tipo de informação diz respeito somente a você.

Imagens de pessoas em situações constrangedoras: uma nova moda surgiu entre os jovens. São os chamados Dix: contas no Instagram apenas para amigos próximos e pessoas selecionadas, nas quais o usuário expõe vídeos e fotos pessoais provocantes ou descontraídas. Mas aí mora um problema. Como ter certeza de que todos os seus seguidores são confiáveis? Como é impossível garantir que seus contatos não têm más intenções ou que sem querer alguém tenha acesso a sua conta, o ideal é evitar conteúdos comprometedores em todas as suas redes sociais.

“Depois que divulgamos uma informação online, é impossível ter controle sobre ela. Os virais são uma prova disso. Por isso, é importante restringir fotos pessoais apenas aos amigos próximos.  Isso pode ser feito por meio de configurações de segurança das próprias redes sociais. Também é importante fazer uma varredura frequente, mantendo apenas pessoas conhecidas como amigos e seguidores de seus perfis. Com estas medidas, é possível manter-se mais seguro nas redes”, finaliza Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET no Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa